06
10
2009
Tribunal vai apurar denúncia de irregularidade na construção da sua sede
Postado por: Carlos Zamith Junior em Uncategorized
O prédio Arnoldo Peres, que abriga a parte administrativa e o 2 grau do judiciário amazonense, foi inaugurado no dia 20 de dezembro de 2005, durante a gestão do Desembargador Arnaldo Carpinteiro Peres.
Atualizado em 08/10: Em nota publicada no site do TJ, o presidente desembargador Domingos Chalub disse que em nenhum momento determinou a investigação de supostas irregularidades na construção do prédio do Tribunal. Segundo ele, o que houve foi um mal entendido provocado pelo teor da portaria, “que está equivocado”.
Ah, bom!.
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Outubro 8th, 2009 às 6:08 pm
Uma obra mais do que superfaturada, que teve o seu projeto original totalmente mudado, mais de 100% aditivada, quando a lei 8.666/93 permite no máximo 25%, uma obra que custou quase 40 milhões de reais e apresentou rachaduras e diversas irregularidades 2 anos depois. O que falar sobre tudo isso? A fiscalização do TCE/AM é um faz de contas sem tamanho. Uma imoralidade. Com a palavra a Comissão.
Outubro 8th, 2009 às 10:13 pm
Vou apenas reproduzir a nota veiculada no site do TJAM agora a noite.
Comissão foi criada para responder à empresa Sergen Engenharia S.A., que reivindica possíveis pendências no pagamento da obra
O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas, desembargador Domingos Chalub disse nesta quinta-feira (8 d eoutubro de 2009), por telefone, que em nenhum momento determinou a investigação de supostas irregularidades na construção do prédio do Tribunal , como noticiou a imprensa de Manaus. Segundo ele, o que houve foi um mal entendido provocado pelo teor da portaria, “que está equivocado”.
― Trata-se de um equívoco. Em nenhum momento o processo administrativo trata de supostas irregularidades na construção do prédio – explicou o desembargador por telefone, de São Paulo, onde participa do 81º Encontro do Colégio Permanente de Presidentes de Tribunais de Justiça do Brasil.
Segundo foi publicado ontem, a comissão foi criada para “apurar supostas irregularidades ocorridas na aquisição de contratos e serviços referentes ao processo der construção do edifício sede do Tribunal, localizado na avenida André Araújo, Aleixo”.
Chalub informou ainda que decidiu nomear esta comissão para dar uma resposta à Sergen Engenharia S.A., que reivindica possíveis pendências no pagamento da obra. “Como disse no início de minha administração, nada ficará sem resposta. Por isso criei a comissão para mostrar à sociedade que não existe nenhuma irregularidade e nada devemos à Sergen”.
De acordo com o diretor de Orçamento do Tribunal, Genésio Vitalino Neto, não é a primeira vez que a Sergen tenta reivindicar pagamento onde não existe. Já na administração do desembargador Hosannah Florêncio a empresa questionou a mesma coisa. Uma comissão foi criada e nenhum resíduo foi encontrado, “até porque todas as contas da construção do prédio foram aprovadas pelos órgãos competentes”, reforçou o diretor.
Genésio Neto disse também que durante todo o processo de construção, a obra foi acompanhada por um engenheiro contratado pelo TJAM, Orlando Holanda “um dos mais conceituados da cidade” e pelo engenheiro José Carlos, da própria Sergen.
O edifício Desdor. Arnoldo Péres, de 10 andares, foi inaugurado no dia 20 de dezembro de 2005 na administração do desembargador Arnaldo Carpinteiro Péres com a presença do então ministro-presidente do STF, Nelson Jobim. Com um investimento de R$ 30 milhões, a pedra fundamental do novo prédio foi lançada na administração da desembargadora Marinildes Costeira Mendonça que chegou a iniciar a obra. Mas o edifício foi concluído pelo desembargador Arnaldo.
Eu acredito em papai noel, mas não acredito nessa desculpa do Desdor Chalub e nem nos argumentos do tal Diretor de Orçamento e Finanças. Conversa pra boi dormir.
Outubro 15th, 2009 às 1:03 pm
Corre na boca pequena que o prédio teria 15 andares e não apenas 10.
E com as declarações do Desdor. Chalub dizendo que vai aumentar para 27 o número de Desembargadores, vai fazer bastante falta esse “pseudos” 5 andares faltantes.