O Tribunal de Justiça do Amazonas realizou, na quarta-feira (25/03), a primeira correição virtual numa comarca do interior do Estado por meio do sistema de Processo Judicial Digital (Projudi). O procedimento foi realizado no Juizado Especial de Manacapuru (AM) e constatou que todos os processos estão  em ordem.

A notícia é interessante. O procedimento (correição virtual) evitará gastos relativos ao deslocamento de desembargadores, juízes e serventuários até a Comarca a ser fiscalizada, normalmente integrantes de comitiva de 4 a 6 pesssoas, todas fazendo jus a diárias, assim como os trabalhos desenvolvidos por essas pessoas não serão interrompidos.

Importante também ressaltar que o trabalho no Juizado presidido pelo magistrado Celso Antunes da S. Filho está em dia.

6 Respostas para “TJ/AM realiza primeira correição virtual no interior”

  1. Anderson Nogueira diz:

    Excelente iniciativa por parte do TJ/AM. Com essa crise que assola o mundo, devemos trabalhar de forma menos gravosa a economia… !!!

  2. Jaqueline diz:

    Dr. Carlos,
    Essas Correições não servem para nada. Codajás vive sem lei e o TJ até hoje não fez nada. Teve uma correição no ano passado, e os dois juízes que lá estiveram, uma juíza mulher e um juiz homem, recomendaram intervenção do Tribunal naquela Comarca.
    Até hoje não se tem notícia de providências.
    Que Deus ajude o povo de Codajás.

  3. Samoa diz:

    Dr. Zamith, explique-me uma coisa: por que esses escrivães de interior são intocáveis? Dr. , eles têm mais poder que um juiz! que judiciário é esse que mantém um escrivão do nível desse de Codajás? num poder sério haver uma pessoa de confiança do juiz para comandar o cartório, mas nesta terra de muro baixo o juiz tem que levar goela abaixo estas pessoas e ainda é responsabilizado pelas omissões deles! Jaqueline, sabe o que acontece nessas correições? o escrivão paga transporte, banquete, passeio, dão peixe e cachaça, se houver alguma irregularidade o juiz leva esporro e no final tudo continua como antes.

  4. Carlos Zamith Junior diz:

    Samoa, A era dos apadrinhamentos está no final.
    Qualquer do povo pode denunciar as irregularidades que tem conhecimento.
    Reúna provas e denuncie à Corregedoria do Tribunal ou até ao próprio CNJ.

  5. Márcio Lira diz:

    Juíza mulher…Juiz homem… Fico a pensar se o contrário é possível…risos

  6. Tudo é possível diz:

    Respondendo ao Márcio Lira: é possível, sim.

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