7 Respostas para “Uma charge para o domingo”

  1. Valdir diz:

    Brilhante

  2. Fana diz:

    pois é!

  3. Wagner diz:

    Não entendi… :^/
    O imigrante é multimix e ele não sabe pra onde mandar? É isso?
    Manda pro Brasil.

  4. Valdir diz:

    Wagner,

    O indivíduo do último quadrinho é um americano-nativo (índio).

    Ou seja, o “imigrante” no caso seria o branco, descendente dos colonizadores europeus…

  5. Cynthia Nogueira diz:

    Pois é … se não fosse a persistência do Mayflower.
    Partindo daí…a farofa da história da Raposa Serra do Sol vai ser só o início da nossa mudança??!!!
    Lascou…e eu que sou descendente de judeu?

  6. Lia diz:

    Quando barram brasileiros nos aeroportos da Espanha,Itália,Alemanha,Portugal e Japão,me vem a fantasia de pegar os descendentes dos imigrantes que mandaram pra cá e dizer bem isso:de volta às sua origens…
    Que EEUU façam tal coisa com brasucas e quejandos não me espanta,nunca exportaram seus pobres pro Brasil.
    Mas os países europeus citados?com que moral recusam gente que é sangue deles? quem exporta seus pobres pelo mundo,para não morrem de fome,por falta de emprego, de terras, têm moral para, agora que se dizem ‘primeiro mundo’,negar a outros o que fizeram no atacado, em larga escala??Lotando trens e navios e clicando “send”??Não querem nem seus descendentes???
    Seria uma bela vingança devolver todo mundo;pena que a maioria já morreu,porém deram frutos,fizeram filhos, netos,bisnetos…
    Não gostam do filme de trás pra frente.Faltam-lhes memória,não conhecem a própria história, temos que ficar ensinando o tempo todo.Problema é que não aprendem…
    Ora pois.

  7. Juarez Silva diz:

    :-) uma imagem vale mais que mil palavras…, mas apenas para lembrar Blumer ( grande teórico dos anos 30)

    “São quatro os sentimentos que, segundo (Blumer, 1939), estarão sempre presentes no preconceito racial do grupo dominante: (a) de superioridade; (b) de que a raça subordinada é intrinsecamente diferente e alienígena; (c) de monopólio sobre certas vantagens e privilégios; e (d) de medo ou suspeita de que a raça subordinada deseje partilhar as prerrogativas da raça dominante. ”

    É principalmente do item b que a charge “fala” , 70 anos depois Blumer continua atual… :-)

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