Este post foi postado Domingo, 22 de Março de 2009 às 12:45 pm e está em Humor. Você pode verificar qualquer resposta a este post através do feed RSS 2.0.
Você pode deixar uma resposta, ou fazer um trackback de seu próprio site.
Pois é … se não fosse a persistência do Mayflower.
Partindo daí…a farofa da história da Raposa Serra do Sol vai ser só o início da nossa mudança??!!!
Lascou…e eu que sou descendente de judeu?
Quando barram brasileiros nos aeroportos da Espanha,Itália,Alemanha,Portugal e Japão,me vem a fantasia de pegar os descendentes dos imigrantes que mandaram pra cá e dizer bem isso:de volta às sua origens…
Que EEUU façam tal coisa com brasucas e quejandos não me espanta,nunca exportaram seus pobres pro Brasil.
Mas os países europeus citados?com que moral recusam gente que é sangue deles? quem exporta seus pobres pelo mundo,para não morrem de fome,por falta de emprego, de terras, têm moral para, agora que se dizem ‘primeiro mundo’,negar a outros o que fizeram no atacado, em larga escala??Lotando trens e navios e clicando “send”??Não querem nem seus descendentes???
Seria uma bela vingança devolver todo mundo;pena que a maioria já morreu,porém deram frutos,fizeram filhos, netos,bisnetos…
Não gostam do filme de trás pra frente.Faltam-lhes memória,não conhecem a própria história, temos que ficar ensinando o tempo todo.Problema é que não aprendem…
Ora pois.
:-) uma imagem vale mais que mil palavras…, mas apenas para lembrar Blumer ( grande teórico dos anos 30)
“São quatro os sentimentos que, segundo (Blumer, 1939), estarão sempre presentes no preconceito racial do grupo dominante: (a) de superioridade; (b) de que a raça subordinada é intrinsecamente diferente e alienígena; (c) de monopólio sobre certas vantagens e privilégios; e (d) de medo ou suspeita de que a raça subordinada deseje partilhar as prerrogativas da raça dominante. ”
É principalmente do item b que a charge “fala” , 70 anos depois Blumer continua atual… :-)
Março 22nd, 2009 às 5:16 pm
Brilhante
Março 23rd, 2009 às 1:05 am
pois é!
Março 24th, 2009 às 10:26 am
Não entendi… :^/
O imigrante é multimix e ele não sabe pra onde mandar? É isso?
Manda pro Brasil.
Março 24th, 2009 às 1:10 pm
Wagner,
O indivíduo do último quadrinho é um americano-nativo (índio).
Ou seja, o “imigrante” no caso seria o branco, descendente dos colonizadores europeus…
Março 25th, 2009 às 6:50 pm
Pois é … se não fosse a persistência do Mayflower.
Partindo daí…a farofa da história da Raposa Serra do Sol vai ser só o início da nossa mudança??!!!
Lascou…e eu que sou descendente de judeu?
Março 27th, 2009 às 11:26 am
Quando barram brasileiros nos aeroportos da Espanha,Itália,Alemanha,Portugal e Japão,me vem a fantasia de pegar os descendentes dos imigrantes que mandaram pra cá e dizer bem isso:de volta às sua origens…
Que EEUU façam tal coisa com brasucas e quejandos não me espanta,nunca exportaram seus pobres pro Brasil.
Mas os países europeus citados?com que moral recusam gente que é sangue deles? quem exporta seus pobres pelo mundo,para não morrem de fome,por falta de emprego, de terras, têm moral para, agora que se dizem ‘primeiro mundo’,negar a outros o que fizeram no atacado, em larga escala??Lotando trens e navios e clicando “send”??Não querem nem seus descendentes???
Seria uma bela vingança devolver todo mundo;pena que a maioria já morreu,porém deram frutos,fizeram filhos, netos,bisnetos…
Não gostam do filme de trás pra frente.Faltam-lhes memória,não conhecem a própria história, temos que ficar ensinando o tempo todo.Problema é que não aprendem…
Ora pois.
Março 28th, 2009 às 4:50 pm
:-) uma imagem vale mais que mil palavras…, mas apenas para lembrar Blumer ( grande teórico dos anos 30)
“São quatro os sentimentos que, segundo (Blumer, 1939), estarão sempre presentes no preconceito racial do grupo dominante: (a) de superioridade; (b) de que a raça subordinada é intrinsecamente diferente e alienígena; (c) de monopólio sobre certas vantagens e privilégios; e (d) de medo ou suspeita de que a raça subordinada deseje partilhar as prerrogativas da raça dominante. ”
É principalmente do item b que a charge “fala” , 70 anos depois Blumer continua atual… :-)