Ah, o Diário Oficial (eletrônico). Fonte de informação e de risos.

Da série “eu morro e não vejo tudo”, a insólita petição de um autor masoquista que ajuiza ação e pede para ser condenado.

E, olhem, eu não duvido nada,  deve ter requerido sucumbência de 20%.

12 Respostas para “MASOQUISMO PURO”

  1. Pagani diz:

    Parafraseando um texto que li no seu blog, a pedra do anel do referido bacharel deve ser vermelha…. Vermelha de vergonha…
    Como diz uma amigo meu, quanto maior o anel, mais analfabeto é o bacharel….

  2. Carlos Zamith Junior diz:

    Pois é, Pagani, falando em cor, eu fiquei roxo de tanto rir.
    Abraços.

  3. karlos batista diz:

    Assim não há exame da ordem que arrume….
    abraços

  4. Grippa diz:

    Dr. nada a ver com o tema.. o Sr. não vai comentar a exoneração do promotor paulista Thales ?

    abraço

  5. Carlos Zamith Junior diz:

    Grippa, sem formalismo, tá?
    Sem conhecer o conteúdo do processo acho temeroso expor opinião sobre o caso.
    Se fosse analisar na base do “eu acho”, diria que a atitude do promotor mostrou-se incompatível com a carreira e que o desvitaliciamento foi justo.
    Andar armado por aí, como se estivéssemos no velho oeste, não me parece correto, como também entendi um absurdo o caso do policial militar que matou um jovem na saída de uma boate, no RJ, acrescentando-se que ele fazia guarda pessoal do filho de uma promotora de justiça.
    Pera lá, não é muito abuso?
    abraços.

  6. Débora diz:

    Eu já li por aí que o Thales estava saindo do trabalho e foi buscar a namorada, por isso, estava armado. E que foi abordado por diversos jogadores de basquete, sendo que a vítima sobrevivente, em juízo, confirmou que tentou desarmar o Thales e continuou tentando após ser alvejado.

    E cá entre nós, de que serve o porte de armas senão para usá-lo… não importa porque, ele tinha o direito e estava dentro do seu direito de andar armado. Acho que a imprensa não disse tudo a respeito do caso.

    Mas voltando ao tema do post, excelente, de novo!!!

  7. Mamed diz:

    Meu achismo sobreo caso do Promotor.

    Ao que eu li, o porteiro testemunha realmente depôs que os “bad-boys” lutadores de jiu-jitsu partiram para tentar desarmar o promotor.

    Houve disparos para cima e a turma agiu mais agressivamente. Mesmo após serem alvejados, o que morreu e o que sobreviveu ainda tentaram tomar a arma das mãos do promotor. Isso segundo a testemunha descreveu para um jornal local.

    A legítima defesa se caracteriza como a “força necessária”. Aqui não importa a quantidade de disparos, pois cada um dos alvejados pesava mais de 100 quilos e não se intimidaram. Hoje posam de vítimas, mas e se eles conseguissem tomar a arma ou caso o promotor não estivesse armado?

    Histórias de valentões que andam em grupos pululam Brasil afora. Sabe-se como se comportam!

  8. Carlos Zamith Junior diz:

    Pois é, Débora, se ele não estivesse armado, o efeito da pilhéria seria passageiro: ele estaria sossegadinho na função de promotor de justiça e não teríamos um jovem morto e outro lesionado.
    Abraços.

  9. Débora diz:

    Carlos (estranho chamar um juiz assim, mas), eu acho que o Promotor poderia ser mais uma empregada doméstica ou índio, como saberemos (interrogação).

  10. Autor pede sua própria condenação - Página Legal - Blog Jus Navigandi diz:

    […] da Justiça Eletrônico do Estado do Amazonas, em 15 de agosto de 2008, e foi reproduzido no blog Diário de um Juiz, de Carlos Zamith […]

  11. Autor pede sua própria condenação - Página Legal diz:

    […] da Justiça Eletrônico do Estado do Amazonas, em 15 de agosto de 2008, e foi reproduzido no blog Diário de um Juiz, de Carlos Zamith […]

  12. Deve diz:

    mais que tamanha VERGONHA, sao esses que envergonham a nossa PROFISSAO.. +o eu gostaria de saber, eh com que nota ele fez o curso!!!

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