
Ah, o Diário Oficial (eletrônico). Fonte de informação e de risos.
Da série “eu morro e não vejo tudo”, a insólita petição de um autor masoquista que ajuiza ação e pede para ser condenado.
E, olhem, eu não duvido nada, deve ter requerido sucumbência de 20%.
Posts (RSS)
Agosto 18th, 2008 às 8:10 am
Parafraseando um texto que li no seu blog, a pedra do anel do referido bacharel deve ser vermelha…. Vermelha de vergonha…
Como diz uma amigo meu, quanto maior o anel, mais analfabeto é o bacharel….
Agosto 18th, 2008 às 9:54 am
Pois é, Pagani, falando em cor, eu fiquei roxo de tanto rir.
Abraços.
Agosto 18th, 2008 às 12:58 pm
Assim não há exame da ordem que arrume….
abraços
Agosto 19th, 2008 às 4:30 pm
Dr. nada a ver com o tema.. o Sr. não vai comentar a exoneração do promotor paulista Thales ?
abraço
Agosto 19th, 2008 às 6:31 pm
Grippa, sem formalismo, tá?
Sem conhecer o conteúdo do processo acho temeroso expor opinião sobre o caso.
Se fosse analisar na base do “eu acho”, diria que a atitude do promotor mostrou-se incompatível com a carreira e que o desvitaliciamento foi justo.
Andar armado por aí, como se estivéssemos no velho oeste, não me parece correto, como também entendi um absurdo o caso do policial militar que matou um jovem na saída de uma boate, no RJ, acrescentando-se que ele fazia guarda pessoal do filho de uma promotora de justiça.
Pera lá, não é muito abuso?
abraços.
Agosto 19th, 2008 às 11:36 pm
Eu já li por aí que o Thales estava saindo do trabalho e foi buscar a namorada, por isso, estava armado. E que foi abordado por diversos jogadores de basquete, sendo que a vítima sobrevivente, em juízo, confirmou que tentou desarmar o Thales e continuou tentando após ser alvejado.
E cá entre nós, de que serve o porte de armas senão para usá-lo… não importa porque, ele tinha o direito e estava dentro do seu direito de andar armado. Acho que a imprensa não disse tudo a respeito do caso.
Mas voltando ao tema do post, excelente, de novo!!!
Agosto 20th, 2008 às 10:10 am
Meu achismo sobreo caso do Promotor.
Ao que eu li, o porteiro testemunha realmente depôs que os “bad-boys” lutadores de jiu-jitsu partiram para tentar desarmar o promotor.
Houve disparos para cima e a turma agiu mais agressivamente. Mesmo após serem alvejados, o que morreu e o que sobreviveu ainda tentaram tomar a arma das mãos do promotor. Isso segundo a testemunha descreveu para um jornal local.
A legítima defesa se caracteriza como a “força necessária”. Aqui não importa a quantidade de disparos, pois cada um dos alvejados pesava mais de 100 quilos e não se intimidaram. Hoje posam de vítimas, mas e se eles conseguissem tomar a arma ou caso o promotor não estivesse armado?
Histórias de valentões que andam em grupos pululam Brasil afora. Sabe-se como se comportam!
Agosto 20th, 2008 às 10:39 am
Pois é, Débora, se ele não estivesse armado, o efeito da pilhéria seria passageiro: ele estaria sossegadinho na função de promotor de justiça e não teríamos um jovem morto e outro lesionado.
Abraços.
Agosto 20th, 2008 às 1:17 pm
Carlos (estranho chamar um juiz assim, mas), eu acho que o Promotor poderia ser mais uma empregada doméstica ou índio, como saberemos (interrogação).
Outubro 14th, 2008 às 2:59 pm
[…] da Justiça Eletrônico do Estado do Amazonas, em 15 de agosto de 2008, e foi reproduzido no blog Diário de um Juiz, de Carlos Zamith […]
Outubro 20th, 2008 às 5:36 pm
[…] da Justiça Eletrônico do Estado do Amazonas, em 15 de agosto de 2008, e foi reproduzido no blog Diário de um Juiz, de Carlos Zamith […]
Maio 26th, 2009 às 10:33 am
mais que tamanha VERGONHA, sao esses que envergonham a nossa PROFISSAO.. +o eu gostaria de saber, eh com que nota ele fez o curso!!!