Foto: David Moir/Reuters

 Têm um tom de pele hiper-realista, pestanas e cabelo feito de angorá e pesam o mesmo que um recém-nascido. São bebés assustadoramente quase perfeitos, não fossem feitos de vinil.

Chamam-se bonecos “Reborn Babies” e podem ser feitos por encomenda através da Internet, com as características que desejarmos. Os principais entusiastas destes “brinquedos” feitos à mão são os coleccionadores, mas os avós e pais que perderam os seus netos e filhos ou os casais que não podem biologicamente ser pais estão também na lista dos interessados e compradores.

A questão das interceptações telefônicas tem provocado inúemras discussões na comunidade jurídica.

Afirmam que ocorrem excessos quanto ao uso indiscriminado da medida, além do total descontrole por parte dos Tribunal de Justiça, Ministério Público ou Secretaria de Segurança Pública no que se refere ao controle das escutas e quantificação do número delas, realizadas pelo país afora.

Recentemente, cairam na minha mesa dois pedido de interceptação, os quais indeferi.

No primeiro caso, um assaltante foi preso em flagrante, na posse de automóvel roubado e pelo relato da vítima (sequestro relâmpago), foi descoberto que ele mantinha contato com outras pessoas que praticavam idêntico crime noutro local da cidade.

Apreendido o celular do flagranteado, a autoridade policial pediu a interceptação e quebra do sigilo de todos os nomes da agenda do aparelho. Discordei do pedido. A meu sentir, bastava solicitar a quebra dos sigilos dos telefones que mantiveram contato com o assaltante no horário em que ocorreram os sequestros-relâmpagos.

Noutro caso, a polícia obteve autorização para interceptar gravações cujo objetivo era esclarecer um crime de homicídio. Durante a interceptação, descobre que duas pessoas estão a planejar crimes de roubo contra carros-fortes e pede a quebra do siligo delas. Também neguei o pedido. Entendo que a interceptação telefônica não pode se constituir na primeira prova a ser realizada, pois o seu caráter é subsidiario e não principal.

Do jeito que vai,, brevemente  teremos apenas investigadores “bunda quadrada” nos quadros policiais, deixando de lado as investigações de campo, campanas etc, fiando-se apenas nas interceptações telefônicas. Mas, como é reconhece a totalidade dos doutrinadores,  essa medida é excepecional e somente pode ser deferida se presentes os requisitos legais.

Rodolfo escreveu para o blog:

Na velox liguei de novo e abateram uma conta de 306 para 106, pois passei parte do mês sem acesso algum. Toda vez vou ligar. No dia que não abaterem, mudo pra outra, talvez ruim mas nova, a Claro.

E, aliás, essa “Claro 3G” presta aqui em Manaus?.

Alguem já tem que possa nos dar um feedback?

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Do leitor que assina como “Claudio”:

Há pouco menos de um mês contratei o serviço da NET Manaus (combo 200Kbps). A empresa promete no site uma velocidade estável de 200K, porém fica normalmente em 30 à 60 K. Já fiz muitas reclamações pelo número 4004-1222 que também é péssimo o atendimento, chegando a esperar por 20 minutos sem solução do problema.
Além do serviço prestado ser péssimo, o preço como os srs. já estão cansados de saber também são altos se comparados com o sudeste do país.
Estou engajado nessa luta por melhoria do sistema. Já mandei mensagem para a coluna defesa do consumidor do jornal OGLOBO, vou mandar mensagem para outros veículos de imprensa como VEJA, ISTO É, etc.
Enfim, podem contar comigo. Como o serviço prestado é de péssima qualidade, será que se deixássemos de pagar um mês, dois , três ou mais…..boicote mesmo. Será que não é por aí?

Assisti ontem, no JN, a reprodução do diálogo entre o ex-prefeito Celso Pitta e um interlocutor, cujo nome não lembro. Pitta cobra pagamento integral de R$ 100 mil em dinheiro vivo. Segundo a polícia, Pitta teria recebido apenas R$ 30 mil do valor combinado.

Num determinado trecho, Celso Pitta quase chora:  “É hoje querido? Dia cinco, meu Deus. O que que eu faço com meus cheques que tão caindo no banco?”

Acordado pela Federal usando um pijaminha barato da 25 de março, isto é que se pode chamar “o fundo do poço” de um homem que já foi prefeito da maior cidade da América do Sul.

Não me contive quando li a coluna do José Simão (macaco Simão): a polícia federal deveria instalar porta-giratória na sua carceragem para facilitar o entra-e-sai do Daniel Dantas.

Michelle Clifford casou-se recentemente com Martyn Compton na Inglaterra.

Os terríveis ferimentos que ele sofreu no Afeganistão não diminuiram o amor entre os dois.

Há dois anos, Martyn, um soldado do exército inglês, teve 70 por cento do corpo queimado em uma emboscada no Afeganistão e ficou em coma por três mêses. Quando recuperou a consciência, percebeu que tinha perdido suas orelhas, nariz e cabelo. Disseram a ele que nunca mais poderia andar, nem usar seus braços, novamente.

Quando Michelle se encontrou com Martyn ainda no hospital, sussurrou que ia esperar por ele e assistiu a suas 15 operações e esteve ao seu lado no lento e penoso caminho para sua recuperação, alimentando-o como uma criança, lavando seu rosto e escovando seus dentes.

Até agora ele foi submetido a 60 horas de cirurgia, a mais recente de reconstruir o seu lábio superior e a bochecha esquerda. A próxima será a de reconstruir seu nariz.

Seus ferimentos não impedirão o casal de ter filhos, e eles pretendem começar uma família, o mais rapidamente possível.

“Michelle é o meu rock,” diz ele. “Sem ela, eu não teria sobrevivido.

Nesse imbroglio envolvendo o megabanqueiro Daniel Dantas, dentre outras coisas, eu não estou entendendo o seguinte: se a ordem de prisão partiu de um juiz federal,  a competência para julgar o habeas corpus não seria do Tribunal Regional Federal da região a quem a autoridade coatora estaria subordinada ?

Pelo que eu li, não há acusado com foro privilegiado a justificar o endereçamento do HC ao Supremo.

Dizem que para um jornalista, não tem maior importância se um cachorro morde um homem. Mas, se o homem morder o cachorro, isso sim, vira manchete de jornal.

Estou padecendo desse mal.

Vejam a reportagem do impagável Maskate (acesso gratuito):

“Sexo Oral entre adolescentes acaba na UTI do 28 de agosto

A cena de um casal de adolescentes em posição constrangedora e aterradora de sexo oral – ela debaixo de um lençol manchado de sangue - jamais sairá da lembrança de Eurídice, uma enfermeira do Pronto-Socorro 28 de Agosto, que deu o primeiro atendimento àquela cena de filme de sexo e terror.

Sob os lençóis brancos da vergonha e mal estar, ela descobriu uma menina adolescente com aparelho odontológico bem visível, fazendo um “quete” na bilola de um rapaz desesperado pela dor que parecia sentir. O órgão do jovem estava simplesmente perfurado e preso pelo fio metálico que prende os breckts do aparelho ortodôntico, e quanto mais se movimentava para se livrar mais preso o pinto ficava e a dor parecia maior. Um desespero que tomou conta do serviço médico e que acabou na Unidade de Terapia Intensiva daquele serviço de emergência.”

O setor de informática do TJ/AM tem uma estranha lógica em relação a política de acesso à intenet. Explico: nossos computadores estão liberados para acessar sites com terminação “gov.br” e alguns “com.br”.

Como juiz criminal, decido, diariamente, sobre o destino de pessoas. Posso livrar alguem da prisão  ou arruinar uma vida, mandando um inocente para a cadeia. Mas, para o TJ, não tenho discernimento quando vou acessar a internet. Permitem que eu visite o site da Varig, mas o Neófito me é proibido.

Vá entender um troço desses.

A administração de Ana Júlia Carepa,  governadora do Pará, está sendo tão pífia que os opositores do vizinho Estado á já alteraram o nome dela para Ana Julia Jatobá, “a madrasta do Pará”.

A Secretaria da vara me repassou ontem os dados relativos ao mês de junho.

Foram prolatadas 69 sentenças (9 de mérito, 59 sem ingressar no mérito é 1 homologatória). Ainda redigi 79 decisões interlocutórias.

Somente para comparar,  em maio passado, sentenciei 55 processos.

Tramitam na vara 2.499 procedimentos penais.

Como diria a Giovana, “tamoindo”.

 Analisando as mortes dos três rapazes moradores do morro da Previdência e entregues por militares do Exército à traficantes de uma favela rival e, agora, o assassinato de uma criança no interior do automóvel  em que viajava, voltei a lembrar da frase de Einstein: “existem apenas duas coisas infinitas: o universo e a estupidez humana. E não tenho tanta certeza quanto ao universo”.

Só para esclarecer: não tenho nada contra os estúpidos mas, sim, contra a estupidez.

Impossível não sentir o dedo de Deus ao apreciar essas imagens…

O jornal O Réporter, que circula esta semana, traz entrevista com o professor universitário Ricardo Bessa (foto retirada do site), candidato à Prefeitura de Manaus pela coligação PSOL-PSTU (mais à esquerda, impossível).

A matéria estampa que Bessa deseja “Governar Manaus, sob a perspeciva dos pobres”. Lá pelas tantas, o jornalista pergunta como o candidato pretende resolver a questão do trânsito e Bessa responde:

“a nossa proposta para administrar Manaus foi construída dentro de uma relação epistemológica e intersubjetiva entre o saber acadêmico e o saber popular…”.

A julgar por essa resposta, o eleitor terá que andar com um dicionário debaixo do braço para entender o que o professor quer dizer.�

O cearense e professor universitário Vasco Furtado criou o site Wikicrimes, que permite acessa e registrar ocorrências criminais em um determinado local representado por um mapa, como no aplicativo online Google Maps.

Zonas perigosas são identificadas, alertando usuários e órgãos públicos para planejamento de suas ações.

As informações podem ser postadas do mundo todo e trazem transparência às informações criminais. Há, ainda, a classificação de acordo com o tipo de ocorrência, filtrando a pesquisa.

Para notificar os crimes, há necessidade de se cadastrar. Se a medida pode parecer antipática, ao menos auxilia na prevenção de spamers com falsas notificações.

A lava escorre como uma lágrima de fogo pelo cone do vulcão de Llaima, no Chile.

Este é um dos vulcões com maior actividade da América do sul. Apesar das belas imagens que proporciona, há dois dias que a população vive em pânico com medo de deslizamentos de terra nas imediações da erupção.

Na dúvida, melhor anotar o telefone….

Relato feito por Ingrid Betancourt na conferência de imprensa na embaixada francesa em Bogotá e recolhido pelo jornal colombiano El Tiempo.

Levantava-me às quatro da manhã, depois de provavelmente ter tido uma insónia desde as três da manhã. Esperava as notícias, os espaços da rádio que nos davam a possibilidade de comunicar com as nossas famílias, em particular La Carrilera, todos os dias às cinco da manhã, e aos fins-de-semana Voces del Secuestro, Noches de Libertad. A rádio Todelar também com o programa Alas de Libertad, às seis da tarde. Com isso preenchemos os nossos dias.

Era libertada das correntes às cinco da manhã. Traziam as botas mais ou menos nessa altura. Depois, era fazer fila para esperar a vez de “chontear”. “Chontear” é um termo muito guerrilheiro que significa fazer as necessidades nuns buracos assombrosos, porque não há latrinas, não há nada. Então tínhamos que esperar a nossa vez para ir atrás de uns arbustos. Depois, fazer fila para que nos dessem o pequeno almoço. Esse pequeno almoço era normalmente uma arepa [um pão especial], provavelmente algo com chocolate, um caldo.

Depois, tentar encontrar o que fazer durante longas horas até às 11.30 da manhã. Num sequestro, no final de um certo tempo já nada há a dizer, e por isso chega-se a um acampamento de reféns e toda a gente está no seu canto em silêncio. Há os que dormem, os que meditam, os que ouvem rádio. Se puderem, com antenas feitas de arame, amarrado a um pau atirado para a copa de uma árvore para conseguir uma antena que tenha maior alcance de forma a conseguir apanhar a onda curta, onde se apanham os programas durante o dia.

Depois, prepararmo-nos para o banho rápido. Vamos, normalmente, a um sítio onde há um pequeno rio onde nos banhamos. Tudo é limitado, há gritos: ‘tem cinco minutos, têm 20 minutos’, suplicar para que nos deixem lavar a roupa. Tudo o que podemos pedir é sempre negado, então é muito aborrecido, porque nos habituamos a tomar banho em cinco minutos.

Para mim era uma tortura lavar o cabelo porque não me davam tempo. Eu estava com homens que não precisam lavar o cabelo e por isso eles estavam prontos em dez minutos e eu, aos 25 minutos, ainda estava a tomar banho e arrancavam-me aos gritos, era muito humilhante.

Depois disto ir até à caleta, vestir. Com muito cuidado para não cair a toalha enquanto vestimos a roupa interior, com muito cuidado para não sermos atacados por uma hallanave ou um escorpião ou qualquer outro bicho enquanto nos estamos a mudar, porque a todos nos calhou ser picados por qualquer bicho, tornámo-nos peritos. Todos os dias alguém diz: “Ui, acabo de ser picado por uma hallanave.” Então alguém responde: ‘Onde está?” Não faço a mínima ideia, deve estar por aí.

Uma hallanave é uma formiga muito grande e a dor que produz é como a da picada de um escorpião. Há umas formigas muito pequeninas que se chamam majiñas, que caem das árvores e quando se roçam na nossa pele, urinam, produzindo um ardor muito forte. Estamos sempre a lutar constantemente contra todas estas pragas.

Depois disso, chega a comida. Se há algo para comer que o tragam muito rapidamente, temos que lavar os dentes, limpar as botas, ir para a caleta ou pelo menos organizar o mosquiteiro, levantar a cama de rede, e muito rapidamente cai a noite e já temos que estar na cama de rede. As botas têm que estar ao lado para que as recolham e as levem, porque têm medo que fujamos com as botas e não nos deixam ter os sapatos à noite. Põem-nos as correntes e, então, se o guarda estiver de mau humor, vai agarrar-nos e apertar muito as correntes, que não nos vão deixar dormir. Se é simpático, diz-nos que é tão boa gente que nos vai deixar as correntes um bocadinho mais largas.

Podemos, nessa altura, negociar, e eu consegui que me pusessem a corrente no pé, porque não conseguia dormir. As correntes eram muito grossas, os cadeados eram muito grandes, eu terminava com feridas na omoplata por causa do raspar da corrente.

E deitamo-nos, junto à rádio para vos ouvir a todos. Ouvimos Luciérnaga, ouvimos Cocuyo, a Hora 20, ouvimos tudo o que podemos. Trata-se de saber tudo o que seja notícia para pensar noutra coisa, para ter tema de conversa no dia seguinte. Dormimos como um chumbo tentando esquecer o pesadelo em que vivemos. E levantamo-nos no dia seguinte, provavelmente tendo sonhado coisas como, por exemplo, estou a correr com os meus filhos, vi a minha irmã e rapidamente tudo se tornou um pesadelo, com a corrente ao pescoço, com sede, com vontade de urinar. Acontece termos que urinar à frente dos guardas. Imaginarão o que era para mim urinar frente aos guardas à noite, quando nos apontam a lanterna porque há muita crueldade, há muita maldade. Não vos conto tudo porque são coisas muito pessoais e é muito doloroso.

Quando passa um helicóptero por cima de nós começamos a suar, porque já sabemos o que quer dizer: empacotar todas as nossas coisas e sair a correr. Todos, imediatamente, nem nos falamos, todos começamos a despachar-nos. Toda a roupa está empacotada em plásticos, empacotar tudo em plásticos, rápido, e a cama de rede, o mosquiteiro, tirar o toldo, dobrá-lo rapidamente, meter tudo dentro da mala, nunca cabe tudo, ficam sempre coisas de fora, ficam cuecas, botas, tudo fica num carreiro de coisas, acho eu, por causa do pânico que todos sentimos por fugir. Porque pode haver um ataque aéreo, uma bomba, e uma pessoa sai a correr e carrega com as suas coisas… como lhes deve pesar a muitos o elefante nas costas [risos], as coisas que pensei. Meu Deus, que coisa espantosa.

E essas marchas. O pior, o pior são as marchas. Uma marcha, depois de me levantar às quatro da manhã, carregada com todas as coisas, sem luz. Obviamente somos picados pelas formigas, quando vestimos a roupa está com formigas, e a roupa que pomos quando marchamos está úmida, absolutamente molhada. E às quatro da manhã está frio, o frio do amanhecer.

A roupa com que estamos é a única que temos, é a roupa para marchar que se molha com o suor, marchas de dias que podem durar dez horas. Saímos às cinco, seis da manhã, logo ao raiar do dia. Bem, os que caminham rapidamente chegam às duas da tarde, mas os que caminhamos lentamente chegamos ao acampamento às quatro, cinco da tarde e o sol já se está a pôr. Temos que montar a cama de rede, temos que ir tomar banho, temos que comer, lavar as roupas que ficam sempre suadas. Nós dizíamos sempre: ‘Há duas alternativas: sujo e seco, não se lava, sujo e molhado, lava-se.’ E como sujo molhado é sempre todos os dias, lavava-mos sempre a roupa. Pelo menos púnhamos a roupa dentro de água, torcemos e estendemo-la o melhor possível. De manhã essa sensação de roupa molhada era uma tortura. Esperar que nos tirem as correntes, depois meter as correntes na mala e voltar a partir…|

Lembram da estória da casa em Jundiaí/SP, em cujo assoalho jorrava sangue?

A Polícia local concluiu as investigações e chegou a conclusão que o sangue pertencia à dona da casa, de 71 anos, que sofreu uma hemorragia provocada por varizes.

A mulher não tentou enganar ninguém. A polícia foi acionada por orientação de um padre, amigo do casal, que foi chamado quando eles viram o sangue no chão da casa. O sangue se espalhou porque a mulher saiu de toalha do banho e havia respingos no banheiro, corredor e cozinha.

Fonte: Tribuna do Norte

Fotos: Ceticismo Aberto

Surpreendi-me, hoje, ao ler o Maskate e deparar com a foto de um adolescente de 13 anos atrás das grades.

Preso com uma porção de drogas que iria comercializar, o jovem conhecido como “Gatinho do pó″ confessou trabalhar para um traficante no bairro onde reside.

Mas a pergunta que não quer calar : esse garoto precisa de ajuda ou de punição?.

A Justiça Itinerante remeteu para meu conhecimento o relatório mensal dos trabalhos do mês de junho.

Foram concretizados 24 acordos entre as partes. Não é nada, não é nada, são 24 ações a menos que deixam de atravancar ainda mais a pauta dos juizados especiais.

Por falar em Justiça Itinerante, necessitamos aumentar o número de conciliadores. Quem estiver disposto a colaborar, passe um e-mail para zamith@vivax.com.br, lembrando que o serviço é voluntário (sem grana), 4 horas na semana.

Remedinho para os insensatos flamenguistas que estão a torcer contra o Fluminense na decisão de hoje a noite.

O advogado Felix Ferreira escreve para o blog. 

“Solicito informar aos usuarios que, conforme publicado, ocorreu no dia 27.06.08, a primeira assembleia para fins de fundação da associaçã dos advogados CIVILISTAS e CRIMINALISTAS, com a participação de mais de 20 colegas. todavia, restou deliberado que fizessemos uma segunda reunião, igualmente na sexta-feira as 19h, na ESA, DESTA FEITA COM UM NUMERO MAIOR DE COLEGAS DAS AREAS CIVEIS E CRIMINAIS.”

Onte, por ocasião da decisão da Copa dos Campeões da Europa, deu gosto ver os “baixinhos” espanhóis derrotarem os gigantes alemães.

A Espanha construiu a vitória a partir do controle da posse da bola. A Alemanha também tem um bom controle de bola, mas é improdutiva. Todas as jogadas tem que passar pelo Ballack, que nem sempre acerta. Do lado espanhol tudo é mais criativo.

E mais: a Alemanha tem dois jogadores crueiras, que nem no elenco do Fast Club, acredito, eles teriam vez: Kurany e Gomez.